É uma análise detalhada do veículo para verificar sua procedência, originalidade, histórico e estado estrutural, garantindo mais segurança na compra ou venda.
Serve para identificar fraudes, adulterações, sinistros ocultos, histórico de leilão e problemas estruturais que possam desvalorizar o carro ou trazer riscos ao comprador.
Não. Ela é opcional, mas altamente recomendada, principalmente em negociações de veículos usados, pois evita prejuízos e dores de cabeça futuras.
São analisados números de chassi e motor, vidros, etiquetas, estrutura, pontos de solda, pintura, sinais de colisão, histórico de leilão, restrições administrativas e documentação.
Sim. A do Detran é apenas para fins de transferência e regularização, enquanto a cautelar é muito mais completa e detalhada, revelando informações que o laudo do Detran não mostra.
Em média, de 1h a 2h, dependendo do veículo e do formato (presencial ou delivery).
Sim. O laudo aponta se o veículo já passou por leilões, recuperações de sinistro ou grandes reparos estruturais, mesmo que tenham sido bem disfarçados.
O laudo mostrará as inconsistências e problemas encontrados. Cabe ao comprador decidir se ainda deseja fechar o negócio ou negociar um valor menor com base nos riscos.
Ela não substitui garantias legais ou contratuais, mas é uma prova documental que ajuda a evitar fraudes e dá mais segurança jurídica na negociação.
Geralmente, o comprador solicita e paga, já que é quem precisa da segurança antes da compra. Porém, alguns vendedores oferecem a vistoria como diferencial de confiança.